Volume 45 Number 3

World Ostomy Day

Jenny Prentice

For referencing Prentice J. World Ostomy Day. WCET® Journal 2025;45(3):7.

DOI 10.33235/wcet.45.3.7

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World Ostomy Day is celebrated on the first Saturday in October every three years, the next being Saturday 4 October 2025 with the motto ‘Invisible Disabilities: Visible Support – The Global Unity of Ostomates’. The theme brings light to uncover the invisible ostomy and create visible support. Fostering conversation, global awareness and ensuring equity for our communities around the world.

The idea of the World Ostomy Day was established in 1993 by Professor Dr Gerhard Englert, who at that time was President of the International Ostomy Association. The purpose of the day was to raise public awareness of the condition and improve the quality of life for people living with a stoma.

In the intervening years, the day is recognised as Ostomy Awareness Day but carries the same motto.

WCET® has now created a logo to show its support in raising the awareness of ostomates around the world.

And in our journal this month, articles really do come from around the world.

 

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Marady Pereira et al (Brazil) detail the results of a scoping review conducted to explore issues related to variations in clinical descriptors used to identify or classify diabetic foot ulcer recurrence (DFUR). The review identified a lack of consensus in defining DFUR and consequently variations in statistics related to the incidence of DFUR after the initial diabetic foot ulcer (DFU) healed and further occurrences of DFU. The authors recommend greater adherence to or adoption of The International Working Group on the Diabetic Foot (IWGDF) definition of DFUR, which says “a new ulcer in the patient with a history of ulceration, regardless of the location and time since the previous ulcer on the foot”.1 This, they propose, would improve communication between clinicians and researchers and improve patient outcomes.

Wee Ting Goh et al (Singapore) relate a case study of a patient with a recurrent Venous Leg Ulcer (VLU) to demonstrate the effectiveness of a Bioelectric Dressing (BED) as an adjunct to standard care in reducing biofilm and bacterial bioburden within recalcitrant VLUs to accelerate wound healing. The BED dressing used was a single-layer polyester dressing with a matrix of silver and zinc dots printed on one side that generated low-voltage electricity through the interactions of silver (Ag+) and zinc (Zn+) ions when in contact with moisture from wound exudate.

In the first of a series of articles we’ll be publishing on peristomal skin complications (PSCs), Adrian Defante (USA) reviews the evolution of hydrocolloid skin barriers (HSBs), which made such a profound difference to the quality of life of people with stomas by reducing the incidence and severity of PSCs. While the article is quite technical in nature, its purpose is to assist clinicians to understand the composition and fluid handling capabilities of HSBs that contain super-absorbent polymers (SAPs). Enhanced understanding of the role of SAPs may make selecting the correct HSB to best cater for stomal output and skin protection easier.

Mengmeng Zhang et al (China) describe the management of challenging extensive severely infected complex bipedal diabetic foot ulcers in an unemployed 47-year-old male. Using a multidisciplinary team approach and the use of lipid hydrocolloid foam dressings combined with negative pressure wound therapy, it resulted in complete wound healing thereby avoiding the potential for bilateral amputation of the feet. Three-year follow-up identified no recurrent ulcerations.

A call for papers for publication within the WCET® Journal appears on page 44. I encourage all members of WCET® to submit an article to the journal; a case study template can be downloaded from the online journal platform at https://journals.cambridgemedia.com.au/wcetcn/journal-information/test. First time authors can be mentored through writing and publication processes and will also qualify for the new Elizabeth A Ayello First Time Author Award. The author guidelines are included immediately after the call for papers to help all authors through the submission process.

By sharing our expertise through publication, we are, as ET’s/WOCNs/Stomal Therapists, demonstrating our visible support globally for those living with a stoma.

With kind regards

Jenny


Dia Mundial da Estomia

Jenny Prentice

DOI: 10.33235/wcet.45.3.7

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O Dia Mundial da Estomia é celebrado no primeiro sábado de outubro a cada três anos, sendo o próximo em 4 de outubro de 2025, com o lema: “Deficiências Invisíveis: Apoio Visível – A Unidade Global dos Estomizados”. O tema lança luz sobre a estomia invisível e promove a criação de um apoio visível. Estimulando a conversa, a conscientização global e garantindo equidade para as nossas comunidades em todo o mundo.

A ideia do Dia Mundial da Estomia foi estabelecida em 1993 pelo Professor Dr. Gerhard Englert, que na época era Presidente da Associação Internacional de Ostomia. O propósito deste dia foi aumentar a conscientização pública sobre a condição e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem com um estoma.

Nos anos subsequentes, a data passou a ser reconhecida como Dia de Conscientização da Estomia, mas mantém o mesmo lema.

A WCET® criou agora um logotipo para demonstrar o seu apoio na promoção da conscientização dos estomizados em todo o mundo.

 

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E na nossa revista deste mês, os artigos realmente vêm de todas as partes do mundo.

Marady Pereira et al (Brasil) detalham os resultados de uma revisão de escopo realizada para explorar questões relacionadas às variações nos descritores clínicos utilizados para identificar ou classificar a recorrência da Úlcera do Pé Diabético (DFUR). A revisão identificou a falta de consenso na definição de DFUR e, consequentemente, variações nas estatísticas relacionadas à incidência de DFUR após a cicatrização da úlcera do pé diabético (DFU) inicial e o surgimento de novas ocorrências de DFU. Os autores recomendam maior adesão ou adoção da definição de DFUR do Grupo de Trabalho Internacional sobre Pé Diabético (IWGDF), que estabelece: “uma nova úlcera em um paciente com histórico de ulceração, independentemente da localização e do tempo desde a úlcera anterior no pé”.1 Isso, segundo eles, melhoraria a comunicação entre clínicos e investigadores e traria melhores resultados para os pacientes.

Wee Ting Goh et al (Singapura) relata um estudo de caso de um paciente com recorrência de Úlcera Venosa de Perna (VLU), para demonstrar a eficácia de um Curativo Bioelétrico (BED) como adjuvante ao cuidado padrão na redução do biofilme e da carga bacteriana em VLUs recalcitrante, com o objetivo de acelerar a cicatrização da ferida. O curativo BED utilizado era de poliéster de camada única, com uma matriz de pontos de prata e zinco impressos em um dos lados, que gerava eletricidade de baixa voltagem através das interações dos íons de prata (Ag+) e zinco (Zn+) quando em contato com a umidade proveniente do exsudato da ferida.

No primeiro de uma série de artigos que publicaremos sobre Complicações Cutâneas Periestomais (PSCs), Adrian Defante (EUA) revisa a evolução das Barreiras Cutâneas de Hidrocolóide (HSBs), que tiveram um impacto profundo na qualidade de vida das pessoas com estoma, ao reduzir a incidência e a gravidade das PSCs. Embora o artigo seja de natureza bastante técnica, o seu objetivo é ajudar os clínicos a compreender a composição e a capacidade de gestão de fluidos das HSBs que contêm Polímeros Superabsorventes (SAPs). Uma compreensão mais aprofundada do papel dos SAPs pode facilitar a seleção da HSB correta para melhor lidar com o efluente estomal e a proteção da pele.

Mengmeng Zhang et al (China) descrevem o manejo de extensas úlceras complexas bilaterais do pé diabético, gravemente infectadas, em um homem de 47 anos, desempregado. Utilizando uma abordagem de equipe multidisciplinar e o uso de curativos de espuma lipídica de hidrocolóide combinados com terapia por pressão negativa, obteve-se a cicatrização completa da ferida, evitando assim a possibilidade de amputação bilateral dos pés. O acompanhamento de três anos não identificou recorrência de ulcerações.

Um convite para a submissão de artigos para publicação no WCET® Journal aparece no final, após os artigos da revista. Encorajo todos os membros da WCET® a submeterem um artigo para a revista; um modelo para estudo de caso pode ser descarregado na plataforma online da revista em https://journals.cambridgemedia.com.au/wcetcn/journal-information/test. Autores de primeira publicação podem receber mentoria durante os processos de redação e publicação e também se qualificarão para o novo Prêmio Elizabeth A Ayello de Primeira Publicação. As diretrizes para autores estão incluídas logo após a chamada de artigos para auxiliar todos os autores no processo de submissão.

Ao partilharmos a nossa experiência através da publicação, nós, como ETs/WOCNs/ Estomaterapeutas, estamos a demonstrar o nosso apoio visível e global às pessoas que vivem com um estoma.

Com os melhores cumprimentos

Jenny


Author(s)

Jenny Prentice
PhD BN RN STN FAWMA

References

  1. Schaper NC, van Netten JJ, Apelqvist J, Bus SA, Hinchliffe RJ, Lipsky BA, et al. IWGDF Guidelines on the prevention and management of diabetic foot disease. IWGDF; 2023. Available from: https://iwgdfguidelines.org/guidelines/